Cansei de cansar de tudo.
E já descansei demais.
(Dáuvanny Costa)
"Estou triste abaixo da consciência. E escrevo estas linhas, realmente mal-notadas, não para dizer isto, nem para dizer qualquer coisa, mas para dar um trabalho à minha DESATENÇÃO." (Fernando Pessoa/Bernardo Soares)
domingo, 20 de julho de 2008
terça-feira, 15 de julho de 2008
Das coisas de que gosto
Alhures escrevi sobre o que não gosto, não suporto, não convivo bem. Há, entretanto, coisas que me enchem os olhos e alegram o coração cansado. E não necessariamente na ordem da relação. Alguns reclamaram da extensão da lista supra e solicitaram esta. Ei-la:
1) Livros.
2) Espelhos.
3) Sábado.
4) Fondue – de queijo.
5) Música clássica.
6) Cappuccino.
7) Livrarias.
8) Fotografia.
9) Vinho tinto.
10) Champagne.
11) Meus sobrinhos.
12) Dirigir.
13) O acelerador do meu carro.
14) Viajar.
15) Pizza de brócolis.
16) Pizza. Sem recheio na borda.
17) Ganhar presentes.
18) Presentear.
19) Brigadeiro – o que a Dadá faz especialmente para mim.
20) Boa conversa.
21) Cafeterias – desde que boas.
22) Ouvir.
23) Florianópolis.
24) Filmes.
25) Curitiba.
26) Porto Alegre.
27) Estudar.
28) MPB.
29) Receber torpedo no celular.
30) Dormir até mais tarde.
31) Direito.
32) Trabalhar.
33) Relógios.
34) Celulares.
35) Saber que alguém orou por mim.
36) Comida chinesa.
37) Fazer compras.
38) Fazer muitas compras.
39) Conversar até tarde – ou cedo do dia seguinte.
40) Camarão com água de coco.
41) Poesias.
42) Creme de papaia com cassis.
43) Inteligência.
44) Café. Puro.
45) Santa Catarina.
46) Canecas.
47) A caneca azul.
48) Os sorrisos da Grazi.
49) O abraço da Gi.
50) As declarações do Gui.
51) A Manu me chamar de 'doutora tia Dáu'.
52) O olhar carinhoso da Mi.
53) Marcadores de texto.
54) Jogar xadrez.
55) Banho quente.
56) Sapatos.
57) Salões. Os de beleza.
58) Minha biblioteca.
59) Chá.
60) Coerência.
61) Dormir tarde.
62) Madrugadas.
63) Praia.
64) Água com gás.
65) Pessoas determinadas.
66) Roupas novas.
67) Dia de sol – não necessariamente dia quente.
68) Ser mimada.
69) Dicionários.
70) Chopp com os amigos.
71) As lembranças da Noruega. E os postais.
72) Cachecóis.
73) O advérbio talvez.
74) Mousse de maracujá.
75) Uma certa rua Araucária em um certo Ipê.
76) Shoppings.
77) Filosofia.
78) Panetone.
79) Frio.
80) Carne.
81) Objetividade.
82) Minha carreira.
83) Óculos escuros.
84) E-mails dos amigos.
85) Abraço apertado.
86) Abraço.
87) As Pós.
88) As visitas ao blog.
89) O anel de formatura.
90) O sobrenome dele que honra-me.
91) Ele.
92) O mar.
93) O livro que terminei de ler.
94) O livro que terminei de escrever.
95) Escrever.
96) Sexo.
97)Ser amada.
98) Suco de abacaxi com hortelã.
99) Salto alto.
100) Ser lembrada.
101) Alpargatas.
102) As cartinhas das crianças (meu fã-clube particular).
103) As cartas dele.
104) Descobrir que alguém falou bem de mim.
105) Esperança.
106) Levar as crianças ao Mac Donnalds.
107) Ganhar o livro que iria comprar.
108) Chorar de rir.
109) Ser gentil.
110) Receber gentileza.
111) Fazer 'as' (aquelas) crianças se sentirem especiais.
112) Gastar dinheiro.
113) Ganhar dinheiro.
114) Cheiro de lavanda.
115) Ficar satisfeita.
116) As fotos do arquivo.
117) Gente que não grita.
118) O cheiro de Campos do Jordão.
119) Minha aliança.
120) Passar na prova difícil.
121) Azul.
122) Saber.
123) Petit gateau.
124) Ficar em silêncio.
125) Jeans.
126) Generosidade.
127) Perfumes.
128) Aprender.
129) Ensinar.
130) Escrever.
131) Observar.
132) Academia. Os resultados, na verdade.
133) O próximo livro para ler.
134) Lareira.
135) Livrarias.
136) As lembranças de Lindóia.
137) Viajar.
138) Ajudar alguém a realizar um sonho.
139) Ajudar alguém.
140) Ficar de boas.
141) Elogios. Ainda que sejam os da loucura.
142) ...e as trufas da Dauva, minha irmã (que me cobrou por não citá-las aqui). Da chocolaterie Amores Pequenos.
1) Livros.
2) Espelhos.
3) Sábado.
4) Fondue – de queijo.
5) Música clássica.
6) Cappuccino.
7) Livrarias.
8) Fotografia.
9) Vinho tinto.
10) Champagne.
11) Meus sobrinhos.
12) Dirigir.
13) O acelerador do meu carro.
14) Viajar.
15) Pizza de brócolis.
16) Pizza. Sem recheio na borda.
17) Ganhar presentes.
18) Presentear.
19) Brigadeiro – o que a Dadá faz especialmente para mim.
20) Boa conversa.
21) Cafeterias – desde que boas.
22) Ouvir.
23) Florianópolis.
24) Filmes.
25) Curitiba.
26) Porto Alegre.
27) Estudar.
28) MPB.
29) Receber torpedo no celular.
30) Dormir até mais tarde.
31) Direito.
32) Trabalhar.
33) Relógios.
34) Celulares.
35) Saber que alguém orou por mim.
36) Comida chinesa.
37) Fazer compras.
38) Fazer muitas compras.
39) Conversar até tarde – ou cedo do dia seguinte.
40) Camarão com água de coco.
41) Poesias.
42) Creme de papaia com cassis.
43) Inteligência.
44) Café. Puro.
45) Santa Catarina.
46) Canecas.
47) A caneca azul.
48) Os sorrisos da Grazi.
49) O abraço da Gi.
50) As declarações do Gui.
51) A Manu me chamar de 'doutora tia Dáu'.
52) O olhar carinhoso da Mi.
53) Marcadores de texto.
54) Jogar xadrez.
55) Banho quente.
56) Sapatos.
57) Salões. Os de beleza.
58) Minha biblioteca.
59) Chá.
60) Coerência.
61) Dormir tarde.
62) Madrugadas.
63) Praia.
64) Água com gás.
65) Pessoas determinadas.
66) Roupas novas.
67) Dia de sol – não necessariamente dia quente.
68) Ser mimada.
69) Dicionários.
70) Chopp com os amigos.
71) As lembranças da Noruega. E os postais.
72) Cachecóis.
73) O advérbio talvez.
74) Mousse de maracujá.
75) Uma certa rua Araucária em um certo Ipê.
76) Shoppings.
77) Filosofia.
78) Panetone.
79) Frio.
80) Carne.
81) Objetividade.
82) Minha carreira.
83) Óculos escuros.
84) E-mails dos amigos.
85) Abraço apertado.
86) Abraço.
87) As Pós.
88) As visitas ao blog.
89) O anel de formatura.
90) O sobrenome dele que honra-me.
91) Ele.
92) O mar.
93) O livro que terminei de ler.
94) O livro que terminei de escrever.
95) Escrever.
96) Sexo.
97)Ser amada.
98) Suco de abacaxi com hortelã.
99) Salto alto.
100) Ser lembrada.
101) Alpargatas.
102) As cartinhas das crianças (meu fã-clube particular).
103) As cartas dele.
104) Descobrir que alguém falou bem de mim.
105) Esperança.
106) Levar as crianças ao Mac Donnalds.
107) Ganhar o livro que iria comprar.
108) Chorar de rir.
109) Ser gentil.
110) Receber gentileza.
111) Fazer 'as' (aquelas) crianças se sentirem especiais.
112) Gastar dinheiro.
113) Ganhar dinheiro.
114) Cheiro de lavanda.
115) Ficar satisfeita.
116) As fotos do arquivo.
117) Gente que não grita.
118) O cheiro de Campos do Jordão.
119) Minha aliança.
120) Passar na prova difícil.
121) Azul.
122) Saber.
123) Petit gateau.
124) Ficar em silêncio.
125) Jeans.
126) Generosidade.
127) Perfumes.
128) Aprender.
129) Ensinar.
130) Escrever.
131) Observar.
132) Academia. Os resultados, na verdade.
133) O próximo livro para ler.
134) Lareira.
135) Livrarias.
136) As lembranças de Lindóia.
137) Viajar.
138) Ajudar alguém a realizar um sonho.
139) Ajudar alguém.
140) Ficar de boas.
141) Elogios. Ainda que sejam os da loucura.
142) ...e as trufas da Dauva, minha irmã (que me cobrou por não citá-las aqui). Da chocolaterie Amores Pequenos.
Contabilizando, quer me parecer que 'as coisas de que gosto' são mais que 'as coisas que não suporto'. Certamente, na lista supra, faltou muita coisa, muitas cidades, muitas lembranças, muitos sabores, muitos cheiros... Trata-se de uma lista básica e resumida. Fica claro, nela, que gosto mais de abraço do que de beijo – exceto 'daqueles' beijos que se dá em quem se ama; mais de solidão que de companhia – máxime se a companhia for enfadonha; mais de leitura que de televisão; mais de frio que de calor. Sim, sou eu. Cinéfila, leitora compulsiva, amante dos clássicos, da música, da literatura, das artes. Amante das coisas belas, da filosofia, do conhecimento, do Direito – simplesmente – e da lei, norteadora de conduta. Sim, sou eu, ceticamente crente, empiricamente pesquisadora, contraditoriamente coerente. Sim, sou eu. Imperfeita, mas plena. Do meu jeito.
(Dáuvanny Costa)
(Dáuvanny Costa)
segunda-feira, 14 de julho de 2008
À vitória. Esta e as futuras.
Hoje foi embora minha inspiração criadora. Não importa. Hoje eu só quero brindar sem angústias do que ainda não pude fazer, do que ainda está por vir, do que ainda não terminei, do que ainda não superei, do que ainda não sei. Hoje eu sou livre porque hoje eu sei que posso.
Não supus impossível. E fiz.
(Dáuvanny Costa)
Não supus impossível. E fiz.
(Dáuvanny Costa)
Eu espero
"O cavalo se prepara para o dia da batalha; mas do SENHOR vem a vitória" (Provérbios 21.31).
Obrigada, DEUS!!! Por me fazer fruto. Fruto deiscente.
(Dáuvanny Costa)
Obrigada, DEUS!!! Por me fazer fruto. Fruto deiscente.
(Dáuvanny Costa)
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Contradição (?)
Quando não tenho mais forças para caminhar,
CAMINHO...
"Se avançar morro;
se recuar morro,
Então... para quê recuar?"...
(Dáuvanny Costa)
CAMINHO...
"Se avançar morro;
se recuar morro,
Então... para quê recuar?"...
(Dáuvanny Costa)
segunda-feira, 23 de junho de 2008
Aprendiz
“Se depender de mim, nunca ficarei plenamente maduro nem nas idéias nem no estilo, mas sempre verde, incompleto, experimental”.
(Gilberto Freyre)
(Gilberto Freyre)
Falo de humanos direitos
Senhores defensores dos Direitos Humanos,
Hoje amanheci com grande vontade de vos falar - e o farei.
Peço, desde agora, escusas se isso vos soar como falta de respeito; não é o que vos parece. Compreendam minha ignorância e me auxiliem a sair dela.
As crianças analfabetas não são humanas?
Os Policiais Militares, de todos os Estados da Federação, não são humanos?
Os viúvos e viúvas - às vezes muito jovens - desses Policiais Militares não são humanos?
Os órfãos desses Policiais não são humanos?
As crianças famintas não são humanas?
As crianças de mãos machucadas pelo trabalho pesado não são humanas?
Os universitários que trancam seus sonhos não são humanos?
Os jovens que se sacrificam para fazer um Curso Superior não são humanos?
Os anciãos esquecidos em asilos não são humanos?
Os contribuintes furtados, roubados ou sequestrados, não são humanos?
As mulheres violadas sexualmente não são humanas?
Os doentes, nas filas do serviço público de saúde, não são humanos?
As crianças molestadas sexualmente não são humanas?
As meninas - tão mulheres - que se vendem em faróis, não são humanas?
Os andarilhos não são humanos?
Os Bombeiros Militares não são humanos?
As mulheres agredidas pelos cônjuges não são humanas?
Os Delegados de Polícia não são humanos?
As mães de filhos mortos por bandidos não são humanas?
A lista é infindável. Tantas perguntas sem respostas...
Os senhores, defensores dos direitos humanos, em sua benfazeja generosidade; defensores de criaturas tão indefesas como assassinos e maníacos, poderiam esclarecer as tolas dúvidas que fizeram morada em minha alma?!...
(Dáuvanny Costa)
Bom dia...
[...] Então olhei para o relógio ao lado da cama e ele marcava 4:16. Fechei o livro e dormi.
(Dáuvanny Costa)
(Dáuvanny Costa)
quinta-feira, 29 de maio de 2008
Oração factual
"Deus me defende dos amigos, que dos inimigos me defendo eu".
(Voltaire, pseudônimo de François-Marie Arouet)
(Voltaire, pseudônimo de François-Marie Arouet)
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Ouvindo - Metal contra as Nuvens
"Não sou escravo de ninguém
Ninguém é senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Sou metal, raio, relâmpago e trovão
Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será minha terra
Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.Tudo passa, tudo passará...
E nossa estória não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.
(Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá)
Ninguém é senhor do meu domínio
Sei o que devo defender
E por valor eu tenho
E temo o que agora se desfaz.
Viajamos sete léguas
Por entre abismos e florestas
Por Deus nunca me vi tão só
É a própria fé o que destrói
Estes são dias desleais.
Sou metal, raio, relâmpago e trovão
Sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Reconheço meu pesar
Quando tudo é traição,
O que venho encontrar
É a virtude em outras mãos.
Minha terra é a terra que é minha
E sempre será minha terra
Tem a lua, tem estrelas e sempre terá.
Quase acreditei na sua promessa
E o que vejo é fome e destruição
Perdi a minha sela e a minha espada
Perdi o meu castelo e minha princesa.
Quase acreditei, quase acreditei
E, por honra, se existir verdade
Existem os tolos e existe o ladrão
E há quem se alimente do que é roubo
Mas vou guardar o meu tesouro
Caso você esteja mentindo.
Olha o sopro do dragão...
É a verdade o que assombra
O descaso que condena,
A estupidez o que destrói
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra-de-ninguém
Sei que devo resistir
Eu quero a espada em minhas mãos.
Eu sou metal, raio, relâmpago e trovão
Eu sou metal, eu sou o ouro em seu brasão
Eu sou metal, me sabe o sopro do dragão.
Não me entrego sem lutar
Tenho ainda coração
Não aprendi a me render
Que caia o inimigo então.Tudo passa, tudo passará...
E nossa estória não estará pelo avesso
Assim, sem final feliz.
Teremos coisas bonitas pra contar.
E até lá, vamos viver
Temos muito ainda por fazer
Não olhe pra trás
Apenas começamos.
O mundo começa agora
Apenas começamos.
(Dado Villa-Lobos/ Renato Russo/ Marcelo Bonfá)
terça-feira, 27 de maio de 2008
QUE...
Que eu não perca a capacidade de amar, de ver, de sentir.
Que eu continue alerta.
Que, se necessário, eu possa ter novamente o impulso do vôo no momento exato.
Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém.
Livra-me dos poços e dos becos de mim, Senhor.
Que meus olhos saibam continuar se alargando sempre.
(Caio Fernando Abreu)
Que eu continue alerta.
Que, se necessário, eu possa ter novamente o impulso do vôo no momento exato.
Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém.
Livra-me dos poços e dos becos de mim, Senhor.
Que meus olhos saibam continuar se alargando sempre.
(Caio Fernando Abreu)
segunda-feira, 26 de maio de 2008
Filmes - O Conde de Monte Cristo
"Deus me fará justiça"
Edmond Dantes (Jim Caviezel) in "O Conde de Monte Cristo"
Edmond Dantes (Jim Caviezel) in "O Conde de Monte Cristo"
segunda-feira, 12 de maio de 2008
Agradecimento
À minha irmã, Dauva (da chocolaterie "Amores Pequenos"), pelo bolo de meu aniversário (personalizado):
Não obstante eu renunciar a quaisquer comemorações, neste ano houve uma reunião de amigos.
Agradeço, ainda, aos amigos presentes e aos ausentes pela lembrança em forma de e-mail ou telefonema.
Embora atualmente esteja com uma alimentação extremamente light e saudável, evitando doces e afins; o bolo estava tão gostoso quanto está bonito.
Grazi e as frases
Duas novas frases compõem o vocabulário da Grazi (Dudinha), a saber:
"Eu sou chique de doer" e "O bebê 'tá' muito louco"... escritas aqui em tela fria pode não parecer tão hilário, no entanto, assistir a um bebê (que completará 3 anos ao final do mês) interpretando-as é de rolar de rir...
Apenas para fazer constar (nos autos do blog) ela é mesmo chique de doer.
(Dáuvanny Costa)
"Eu sou chique de doer" e "O bebê 'tá' muito louco"... escritas aqui em tela fria pode não parecer tão hilário, no entanto, assistir a um bebê (que completará 3 anos ao final do mês) interpretando-as é de rolar de rir...
Apenas para fazer constar (nos autos do blog) ela é mesmo chique de doer.
(Dáuvanny Costa)
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Os amigos e consoladores
"Conselhos bem-intencionados às vezes podem fazer mais mal que bem. O comportamento dos amigos de Jó dá um exemplo clássico de como o orgulho e a sensação de estar certo podem reprimir a verdadeira compaixão. Os amigos repetiam frases muito espirituais e discutiam teologia com Jó, insistindo em suas teorias erradas sobre o sofrimento (crenças que existem em abundância hoje). A resposta de Jó é esta: ‘Se tão-somente ficassem calados, mostrariam sabedoria.' (Jó 13:5). Descobrimos que o maior sinal de compaixão que os amigos de Jó deram foi no início, quando se sentaram com ele em silêncio por sete dias"
(Philip Yancey in A Bíblia que Jesus lia, Editora Vida)
quinta-feira, 10 de abril de 2008
Tempo
O tempo está bem feio hoje por aqui. Relâmpagos e trovões. Talvez fosse dia de escrever algumas palavras nesse blog abandonado. Pensando nesse "talvez", retornei. Abri a página e resolvi agradecer aos amigos que notaram minha ausência.
Obrigada pelos e-mails calorosos e carinhosos; e-mails que adorei receber em todos esses dias cinzentos. E-mails de quem se importa.
Obrigada.
Meu trabalho
"Estou triste abaixo da consciência. E escrevo estas linhas, realmente mal-notadas, não para dizer isto, nem para dizer qualquer coisa, mas para dar um trabalho à minha desatenção."
(Fernando Pessoa/Bernardo Soares)
(Fernando Pessoa/Bernardo Soares)
domingo, 2 de março de 2008
Ouvindo - Forte como um menino
"Nos combates tenho sido vencedor
Mas ao vencer eu também posso me ferir
Falam por aí que a minha força é demais
Sem ver que no meu peito eu escondo o meu pesar
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há
Destemido busco encontrar a paz
Pois de Jesus a armadura é voraz
Dizem por aí que a mim ninguém vai derrotar
Sem ver meus inimigos que me tentam sem parar
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há".
(Prisma Brasil - Composição: Twila Paris)
Mas ao vencer eu também posso me ferir
Falam por aí que a minha força é demais
Sem ver que no meu peito eu escondo o meu pesar
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há
Destemido busco encontrar a paz
Pois de Jesus a armadura é voraz
Dizem por aí que a mim ninguém vai derrotar
Sem ver meus inimigos que me tentam sem parar
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há
Saibam pois que ao cair eu oro ao meu Deus
Saibam quem é que me levanta se estou só
Espada em punho estou a chorar
Pois dentro da armadura só um menino há".
(Prisma Brasil - Composição: Twila Paris)
domingo, 24 de fevereiro de 2008
Só resta caminhar
"O que salva é dar um passo. Mais um passo.
É sempre o mesmo passo que se recomeça".
(Saint-Exupèry in Terra dos Homens)
É sempre o mesmo passo que se recomeça".
(Saint-Exupèry in Terra dos Homens)
Em busca do Eldorado
"Garbosamente adornado,
um vistoso cavaleiro
ao brilho do sol ou à sombra;
cavalgando e cantando uma canção,
Em busca do Eldorado".
(Edgar Allan Poe in Eldorado)
um vistoso cavaleiro
ao brilho do sol ou à sombra;
cavalgando e cantando uma canção,
Em busca do Eldorado".
(Edgar Allan Poe in Eldorado)
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Oportunidade de amar
Amo meus sobrinhos independentemente do que possam dar-me. Na verdade, nem podem me dar nada - além deles mesmos. E isso é tudo o que importa. Não os amo esperando algo deles. São crianças; alguns ainda são bebês de colo. Não há nada que possam me oferecer - além deles mesmos.
Não têm experiência de vida, não são bem-sucedidos, não são cultos, não têm grandes assuntos. Às vezes me irritam com sua "falta de tato". Eu, adulta sofisticada, que com freqüência me esqueço da criança em mim. Eu, tola.
Eles não têm nada - além deles mesmos. Oferecem-me o melhor amor que têm. E me oferecem graciosamente uma coisa que eu nunca poderia comprar: oferecem-me a oportunidade de amá-los.
Amo-os sem esperar nada em troca. Puxa! Eu nem sabia que poderia amar assim! Em uma sociedade tão preocupada com valores e status, em uma sociedade que constantemente nos acusa de amarmos por precisarmos, nos acusa de procurarmos as pessoas por interesse; amar assim soa como uma dádiva - ou uma afronta. E, amando assim, só espero não acusar esses pequenos se um dia recusarem meu amor.
(Dáuvanny Costa)
sábado, 19 de janeiro de 2008
E eu persevero...
"Que as esperanças sejam como os ninhos
neste atro coração
impérvio à calma."(Luís Murat in Ondas)
neste atro coração
impérvio à calma."(Luís Murat in Ondas)
sábado, 5 de janeiro de 2008
Unindo as Mãos

Foto com o Gui (Garfel).
Desejo aos 3 leitores que visitam este Blog um ano pleno de realizações, de esperanças, paz, vitórias e muito trabalho.
Aprendamos a estender as mãos uns aos outros. Quando damos as mãos somos doadores e recebedores ao mesmo tempo. Sejam elas usadas para aplaudir, para enxugar lágrimas, para doar, para acariciar, para trabalhar e para escrever. Sejam usadas sem moderação para fazer o bem. E estejam postas.
(Dáuvanny Costa)
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Amor é ônus
..."E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição" (Cl. 3.14).
Amor é ônus. Mas não notamos. Amamos porque precisamos, porque esperamos algo em troca, porque o alvo do amor é agradável à vista, porque somos amados. Amamos porque precisamos de alguém, porque não conseguimos suportar sozinhos, porque nos vemos no outro. Amamo-nos. A nós. Talvez por não sabermos amar. Talvez por sermos egocêntricos. Talvez.
Amamos. Amamos 'porque' [...]. Poucos amam 'apesar de', 'ainda que', 'embora'...
Amor é ônus; mas não queremos obrigação, queremos conforto. Amor é ônus; mas não queremos gravame, queremos deleite. Somos feridos e desistimos de amar; somos magoados e desejamos vindita. Somos melhores em desprezar que em amar.
Quero ser perdoada por aqueles a quem não tenho sabido amar. Por negligência, por intolerância, por leviandade, por indelicadeza, por sobrançaria ou por falta de tempo. Peço indulto.
Amor é ônus - e urge.
(Dáuvanny Costa)
"O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; não folga com a injustiça, mas folga com a verdade. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta" (1Co.13.4-7), edição revista e corrigida.
segunda-feira, 31 de dezembro de 2007
sábado, 29 de dezembro de 2007
A Capa e a Espada
Nos dias que se seguiram ao 11 de setembro, a mídia mundial fez um barulho dos diabos alertando contra a suposta onda de ódio anti-islâmico que estaria assolando os EUA. A base factual da notícia eram seiscentas e poucas queixas de “discriminação” apresentadas à polícia americana. Nenhuma delas envolvia morte, agressão, nem mesmo demissão de emprego: os atos mais violentos consistiam em insultos, a maioria em meras palavras ambíguas interpretadas ex post facto em sentido discriminatório.
Mas desde então várias dezenas de cristãos já morreram nos EUA – e alguns milhares nos países comunistas e islâmicos - em ataques homicidas motivados por ódio anticristão explícito e documentado, sem que em nenhum desses casos a grande mídia européia e americana (da nacional nem falo) consentisse sequer em usar a expressão “crime de ódio” para descrever o ocorrido.
Mutatis mutandis, nem um único caso de agressão a homossexuais comprovadamente motivada por excesso de zelo cristão foi jamais citado para dar fundamento à mentira sórdida de que as convicções religiosas do povo brasileiro estão colocando em risco a vida da comunidade gay.
Mas, exatamente como em Columbine – aquele episódio que Michael Moore falsificou por completo -, a investida assassina contra a Igreja New Life do Colorado foi obra de um jovem homossexual intoxicado de idéias anticristãs, e ai de quem ouse insinuar que a ideologia gayzista ou a campanha furibunda dos Dawkins e Hitchens contra a fé religiosa têm alguma responsabilidade nisso. Em geral, nem mesmo padres, bispos e pastores ousam ver aí alguma relação de causa e efeito.
No caso específico da New Life, o cuidado da grande mídia brasileira em impedir que os fatos induzam a conclusões reacionárias chegou ao requinte de falsificar a identidade da heroína do episódio, Jeanne Assam, apresentando-a como “agente de segurança” para atenuar o escândalo de que uma cidadã comum, com uma Beretta 92, salvasse da morte certa mais de cem pessoas ameaçadas por Mathew Murray e se tornasse assim uma heroína dos grupos de autodefesa cristã e dos americanos armados em geral. Mas Jeanne não é profissional de segurança, licenciada para portar arma na Igreja em função do seu emprego. É apenas uma fiel cristã que se ofereceu para zelar pela vida de seus irmãos, voluntariamente, gratuitamente, assumindo para isso a responsabilidade de andar armada. Se para isso teve de obter da polícia uma licença especial, foi pela simples razão de que leis criminosamente idiotas proíbem o porte de armas em igrejas, escolas, clubes, shopping centers, etc., tornando esses locais o alvo preferencial e indefeso para tipos como Mathew Murray, Cho Seung Hui ou Tim McVeigh (um anticristão, um antibranco e um anticapitalista).
No momento em que escrevo estas linhas, a comunidade cristã no mundo está ameaçada por perigos incalculavelmente maiores que a loucura avulsa – ainda que ideologicamente induzida - de um Murray ou de um Cho Seung Hui. Na Coréia do Norte, uma nova onda de prisões e execuções de fiéis, em plena época do Natal, suscita apelos desesperados que a grande mídia, especialmente no Brasil, sufoca por completo (v. Martyrdom awaits North Koreans on Christmas). Ao mesmo tempo, do outro lado do mundo, a prefeitura de Okkahoma anuncia que seus funcionários serão proibidos de celebrar o Natal no local de trabalho, o shopping center Pembroke Pines na Flórida veta os presépios e cenas natalinas em geral nas suas instalações, e jornais populares como “USA-Today” soltam artigo em cima de artigo para proclamar que não existe nenhuma guerra cultural anticristã, que é tudo invenção de paranóicos como Bill O'Reilly.
Não sei se Jeanne Assam está sabendo dessas coisas, nem se leu o livro de van Wyck. Mas leu decerto o Evangelho de Lucas, capítulo 22, versículo 36, onde Jesus ordena aos apóstolos: “Aquele que não tem espada, venda sua capa e compre uma.”
O sentido do versículo é claro: a defesa armada do rebanho é obrigação estrita dos pastores, dos sacerdotes e de cada fiel. Aquele que foge a essa responsabilidade é indigno da confiança da comunidade cristã. Neste momento, nenhuma outra mensagem de Natal pode ser mais oportuna.
(Olavo de Carvalho in Diário do Comércio, editorial, 21 de dezembro de 2007).
Texto integral: Olavo de Carvalho
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
A Desordem da Ordem
O Exame 134 da OAB/SP foi adiado por suspeita de fraude.
Quer me parecer que o assunto 'fraude' esteja se tornando normal no Estado Democrático de Direito.
Mais:
1) Cespe - Agente Penitenciário
2) Concursos sob suspeita
3) MPF/DF oferece denúncia contra esquema
Confiar?!... Para quê?...
Quer me parecer que o assunto 'fraude' esteja se tornando normal no Estado Democrático de Direito.
Mais:
1) Cespe - Agente Penitenciário
2) Concursos sob suspeita
3) MPF/DF oferece denúncia contra esquema
Confiar?!... Para quê?...
Acerca do Exame da Ordem, o D'Urso acha que trocar organizadores é a solução. Talvez não se deu conta de que é hora de mudar conceitos e VALORES. Punição deve ser dirigida às Faculdades que fingem que ensinam e às Fundações que fraudam o Processo Seletivo e não aos examinandos - a parte mais fraca e mais fácil de ser prejudicada.
(Dáuvanny Costa)
quarta-feira, 26 de dezembro de 2007
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
O Anjo do Natal
É noite de festa.
Sua família está reunida - e eu, distante da minha.
Está abrigado junto à árvore - e eu, nas rondas.
Está abrindo presentes - e eu, municiando armas.
Está vestido pela roupa nova - e eu, pela costumeira farda.
É noite de festa.
Enquanto festeja, eu zelo.
Enquanto abraça, eu atiro.
Enquanto sorri, eu sinto saudades de casa.
É noite de natal para o mundo,
dizem que o Cristo nasceu nesse dia,
Eu sei que Ele foi traído e crucificado também
e os soldados foram seus algozes.
Eu, ao contrário, sou seu protetor e servidor
e desejo, nessa noite, que o Cristo nasça em seu coração
e no momento em que soarem as horas
lembre-se de mim em sua oração.
(Dáuvanny Costa)
Sua família está reunida - e eu, distante da minha.
Está abrigado junto à árvore - e eu, nas rondas.
Está abrindo presentes - e eu, municiando armas.
Está vestido pela roupa nova - e eu, pela costumeira farda.
É noite de festa.
Enquanto festeja, eu zelo.
Enquanto abraça, eu atiro.
Enquanto sorri, eu sinto saudades de casa.
É noite de natal para o mundo,
dizem que o Cristo nasceu nesse dia,
Eu sei que Ele foi traído e crucificado também
e os soldados foram seus algozes.
Eu, ao contrário, sou seu protetor e servidor
e desejo, nessa noite, que o Cristo nasça em seu coração
e no momento em que soarem as horas
lembre-se de mim em sua oração.
(Dáuvanny Costa)
Breve Faciam
"Mais belo que partir é regressar".
(Onestaldo de Pennafort in Poesias)
* Como solicitado, incluo: o termo latino acima significa: 'serei curto' (na exposição).
(Onestaldo de Pennafort in Poesias)
* Como solicitado, incluo: o termo latino acima significa: 'serei curto' (na exposição).
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Lassidão
"Estava decidida a travar sozinha a sua batalha. Mas a situação era improlongável. Estava por um fio".
(Orígenes Lessa in A desintegração da morte)
domingo, 2 de dezembro de 2007
Filmes - O Último Samurai
"Um homem faz o que pode até seu destino se revelar".
(Tom Cruise para Ken Watanabe in 'O último Samurai')
(Tom Cruise para Ken Watanabe in 'O último Samurai')
sábado, 1 de dezembro de 2007
Para não perder a esperança
Cinzas são transformadas em áscuas e as sementes da esperança rebrotam.
É o doce sabor de uma vitória. Ainda que modesta. Modesta, mas minha, e hoje faz com que eu veja, com olhos de ver, o horizonte.
Posso descansar e sonhar. Ainda que seja somente até o próximo amanhecer.
(Dáuvanny Costa)
Ouvindo - Da Próxima Vez
"As ruas da minha cidade
Abriram os olhos de encanto
Para te ver passar
As pedras calaram os passos
E as casas abriram janelas
Só para te ouvir cantar
Porque há muito, muito tempo
Não vinhas ao teu lugar
Ninguém sabia ao certo
Onde te procurar
Da próxima vez
Não vás
Sem deixar destino ou direção
Se houver próxima vez
Não esqueças
Leva contigo recordação
E um beijo pendurado
Ao peito do teu coração.
Quisemos saber como estavas
Se a vida tinha tomado
Bem conta de ti
Ou se a vida teve medo
E eras tu que a levava
Refugiada em tiCada verão que passava
Sentiamos-te chegar
Como era possível que o sol
Se atrevesse a brilhar
Deves trazer tantas histórias
Tantas que algumas ficaram
Caídas por aí
Outras eu tenho a certeza
O teu fogo na alma queimou
Deixaram de existirSó queremos saber se és a mesma
Que vimos partir
Não existe mundo lá fora
Que te possa destruir". (Luís Represas)
Abriram os olhos de encanto
Para te ver passar
As pedras calaram os passos
E as casas abriram janelas
Só para te ouvir cantar
Porque há muito, muito tempo
Não vinhas ao teu lugar
Ninguém sabia ao certo
Onde te procurar
Da próxima vez
Não vás
Sem deixar destino ou direção
Se houver próxima vez
Não esqueças
Leva contigo recordação
E um beijo pendurado
Ao peito do teu coração.
Quisemos saber como estavas
Se a vida tinha tomado
Bem conta de ti
Ou se a vida teve medo
E eras tu que a levava
Refugiada em tiCada verão que passava
Sentiamos-te chegar
Como era possível que o sol
Se atrevesse a brilhar
Deves trazer tantas histórias
Tantas que algumas ficaram
Caídas por aí
Outras eu tenho a certeza
O teu fogo na alma queimou
Deixaram de existirSó queremos saber se és a mesma
Que vimos partir
Não existe mundo lá fora
Que te possa destruir". (Luís Represas)
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